Norma ABNT NBR 17.170 – Participação no Artigo do Sindiconet.com.br

Renan Viegas, da 3R Engenharia, é destaque em artigo que aborda a nova ABNT NBR 17.170, norma que entrou em vigor em 2023 e que redefine a garantia e manutenção de edifícios.

O artigo, com a participação do engenheiro civil Renan Viegas, da 3R Engenharia, aborda a publicação da nova norma ABNT NBR 17.170, que entrou em vigor em junho de 2023. Essa norma visa regulamentar prazos e garantias de sistemas construtivos em edificações, buscando preencher uma lacuna legal. A ABNT NBR 17.170 estabelece diretrizes para construtoras e incorporadoras e ressalta a importância da manutenção preventiva por parte dos condomínios para que possam assegurar seus direitos. A norma incentiva as construtoras a buscarem soluções mais avançadas, resultando em maior qualidade na entrega. Viegas destaca a importância da transição de responsabilidades entre a construtora, que deve corrigir falhas, e o síndico, que deve garantir as manutenções, já que a falta delas pode levar à perda da garantia.

Descubra os pontos-chave da nova regulamentação e como ela afeta construtoras, incorporadoras e, principalmente, a gestão do seu condomínio.

Acesse o artigo completo e confira a entrevista: Leia mais aqui

Os segredos na compra do Apartamento e Reformas no Condomínio

Do Sonho à Realidade: Neste episódio o Engenheiro Rennan Viegas da 3R Engenharia revela os segredos na Compra do Apartamento e Reformas no Condomínio.

Potencial de negócios cresce no mercado de condomínios

Explosão de lançamentos imobiliários na pandemia trará até 2025 novas oportunidades para síndicos profissionais, administradoras e outras empresas que atuam em condomínios.

Por Roberto Viegas

A paisagem das grandes cidades brasileiras está mudando cada vez mais depressa.  O conceito de morar em condomínio vertical se estabeleceu de forma definitiva, principalmente nas metrópoles que assistiram a uma explosão de lançamentos de empreendimentos imobiliários nos últimos 20 anos.  Haja condomínio!

No Secovi-SP (Sindicato da Habitação), a projeção é que só na cidade de São Paulo, maior mercado imobiliário do País, cerca de 1.700 projetos deverão ser concluídos até 2025, segundo revelou Moira Regina de Toledo Bossolani, vice-presidente de Administração de Imóveis e Condomínios.

Esse número ampliará ainda mais um indicador do Centro de Estudos da Metrópole, ligado à Universidade de São Paulo (USP), que identificou em 2021 que a capital paulista já tem mais apartamentos do que residências horizontais formais.

É nesse cenário que incorporadoras e construtoras disputam mercado com produtos que possam atrair clientes e atender suas novas necessidades, principalmente após a Covid-19. Esse fenômeno mundial trouxe novos hábitos e costumes às famílias que residem em apartamentos, e nos espaços comuns que por elas serão compartilhados no futuro condomínio.

Cada vez mais esses condomínios, que nascem prometendo segurança e bem-estar, necessitam apresentar soluções práticas, como área para recepção e lockers para a guarda de compras feitas pela internet e de refeições e remédios entregues por delivery.

Novos empreendimentos: aquecimento da economia e valorização do entorno

Não há dúvida de que os investimentos para desenvolver esses empreendimentos aquecem a economia, geram milhões de empregos e criam oportunidades de negócio em toda a cadeia produtiva do mercado imobiliário.

No início, para o sucesso das vendas de apartamentos ainda na planta, as empresas adotam recursos que dão glamour ao lançamento imobiliário, como decorados, maquetes, tour virtual, exposições, recepções e até shows exclusivos, por exemplo. 

Em pouco tempo, máquinas pesadas e operários iniciam as obras que podem demorar de 24 a 30 meses, em média. Nesse período, os vizinhos convivem com o transtorno do barulho e a descarga de materiais, que agrava o trânsito local ou quebra a tranquilidade de ruas antes quase sem movimento.

Mas essa é a dor do crescimento, uma vez que novos empreendimentos prontos tendem a valorizar o metro quadrado dos imóveis do seu entorno e estimular investimentos de novos empreendedores nas áreas de comércio e serviços.

Como referência dos recursos a serem injetados no mercado paulistano somente com os 1.700 empreendimentos a serem entregues até 2025, um condomínio instalado com 200 apartamentos de 80 m² privativos gera, em média, uma receita anual de cerca de R$ 2 milhões.

Com o suporte das administradoras, que controlam a gestão financeira e outras áreas burocráticas (mas indispensáveis), os síndicos dos condomínios (profissionais ou moradores) zelam pela conservação e manutenção das áreas e equipamentos de uso comum, buscam solucionar pendências com as construtoras, resolvem problemas diários ligados à operação e gerenciam conflitos entre pessoas. 

Imagine quantas oportunidades de negócio e de trabalho numa cidade, como São Paulo, que tem hoje em funcionamento mais de 28 mil condomínios de todos os tipos, portes e padrões.

Amplie esse cenário potencial com o que surgirá na paisagem de cidades de todo País nos próximos três anos. E some-se a isso tudo outros milhares de condomínios já existentes no Brasil. 

Este enorme mercado necessitará de empresas e profissionais muito bem-preparados para realizar a gestão direta, a administração e inúmeras atividades especializadas no suporte técnico a esses condomínios, equipamentos urbanos cada vez mais complexos, ocupado por um público exigente e diversificado. Haja condomínio!

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